Vm estas notas a propsito de alguma preocupao que por vezes ouvimos em alguns crculos.
A manuteno no circuito comercial do tradicional "Vinho de Cheiro" de algumas ilhas aps 2006, por determinaes comunitrias, assume, desde j, a busca de solues pelos vrios responsveis de um processo ancestral que sucessivas geraes acarinharam e fizeram passar de gerao em gerao.
E ouvi-los conjecturar sobre quais frmulas mgicas de fazer vencer a tese de que "o que nosso que bom".
E se em algumas localidades de S. Miguel, Terceira, Pico e Santa Maria, principalmente, ainda o acompanhamento refeio, no momento em que a Regio procura, por todos os meios expandir a sua projeco na busca de novos interesses tursticos, a manuteno da comercializao deste vinho prprio das ilhas assume prioridade.
A transformao de castas, frmulas ou processos, podem ser solues, mas este no um debate, felizmente, j fechado, antes pelo contrrio, porque todos ainda somos poucos para fazer valer os nossos direitos.
Prometemos voltar com novas achegas em prol desta boa causa.
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