FUTSAL DE ATAQUE NA CASA DA RIBEIRA
Tributo ao golo em jogo agrad?vel
CASA DA RIBEIRA surpreendida em casa
JOS? GARCIA
Casa da Ribeira e Desportivo de Vila Franca encontraram-se na 16.? ronda do Campeonato Nacional da Terceira Divis?o de Futsal - S?rie A?ores e deram um verdadeiro recital de futsal ofensivo. Ali?s, o equil?brio verificado na etapa inicial demonstra a excelente qualidade de jogo proporcionada pelos dois conjuntos. O pior, para os praienses, viria depois...
A Casa da Ribeira, a atuar perante os seus pros?litos, cedo fez funcionar o marcador, pelo jovem Paulo Gomes, e, no minuto seguinte, avolumou a contagem por M?rcio Toste.
No entanto, ainda os locais festejavam o segundo golo quando surgiu a resposta pronta dos visitantes, por Rui Borges, a reduzir a desvantagem para uma bola, e, mais tarde, seria Paulo Lu?s a estabelecer o empate a 2-2. Numa luta tit?nica os golos continuaram a aparecer.
Nuno Sabugueiro rematou de longe, a bola tabelou num contr?rio e contornou as inten?es dos micaelenses que, no entanto, criaram imensas oportunidades para chegar de novo ao empate, o que acabou por acontecer, desta vez por Rui Borges, a bisar na primeira-parte.
As equipas foram para intervalo com a plena convic??o de que tinham demonstrado um excelente trabalho em termos t?cnicos e t?ticos, a que se juntou o reconhecido empenho de todos os intervenientes.
Todavia, a segunda-parte da Casa da Ribeira foi bem diferente. Digamos que n?o deu mais nada, pois ficou a sensa??o de que tinha esgotado o seu report?rio na primeira vintena de minutos.
Desta situa??o tirou o devido proveito o Vila Franca que, sem apelo nem agravo, deu a cambalhota no resultado, com destaque para a goleada imposta neste per?odo, chegando aos 3-8 com golos de Alexandre Costa (2), Rui Borges a fazer hat-trick, Bruno Gomes e, para culminar, um autogolo de F?bio Godinho.
Foi, como se percebe, o descalabro total. Uma diferen?a abismal de um per?odo para o outro. O desalento tomou lugar dentro e fora das quatro linhas. Murcharam-se as expetativas da primeira-parte de uma forma quase incompreens?vel.
Numa an?lise global, ? justo dizer que o Vila Franca tudo fez para chegar ? vit?ria. Mesmo come?ando a perder, deu sempre luta e, a partir de determinada altura, meteu em pr?tica uma aut?ntica revolu??o, sobretudo ap?s estar a perder por duas vezes.
Em abono da verdade, n?o deu quaisquer hip?teses na etapa completar, deixando a antagonista fora da discuss?o do resultado.
A dupla de arbitragem bracarense esteve em ?timo plano, efetuando uma boa interpreta??o das leis de jogo. Realce tamb?m a presta??o do cronometrista Miguel Rodrigues.
S?RIE A?ORES 16.? JORNADA
Pavilh?o da Casa da Ribeira
?rbitros: Nuno Oliveira e Ad?lio Costa (AF Braga)
Cronometrista: Miguel Rodrigues
Ao intervalo: 3-3
CASA RIBEIRA 4
Ant?nio Rocha Tiago Leite Diego Aguiar Paulo Gomes M?rcio Toste (cap.)
Suplentes: Miguel Viegas, C?sar Louren?o, F?bio Godinho, Ricardo Moreira, Nuno Sabugueiro, Jo?o Aguiar e Bruno Sousa. Treinador: Paulo Lopes.
VILA FRANCA 8
Ricardo Santos Alexandre Costa Paulo Lu?s Paulo Videira Leonardo Rebelo
Suplentes: Pedro Rainha, Tiago Pacheco, Bruno Gomes e Rui Borges. Treinador: Carlos Arruda.
Disciplina: cart?o amarelo para Leonardo Rebelo (35m). Cart?o vermelho direto para C?sar Louren?o (33m).
Marcadores: Paulo Gomes (3 e 39m), M?rcio Toste (4m), Rui Borges (5, 15 e 26m), Paulo Lu?s (6m), Nuno Sabugueiro (8m), Alexandre Costa (23 e 35m), Bruno Gomes (36m) e F?bio Godinho (a.g., 34m).
JOS? GARCIA |