A candidata do PSD/A?ores a presidente do governo afirmou que s? um executivo liderado por si est? em condi?es de defender a classe m?dia a?oriana, lembrando que o PS est? "amarrado" a um memorando que "traz as medidas da 'troika'" para a Regi?o.
"Estamos em condi?es de poder defender a classe m?dia. N?o estamos amarrados a nenhum memorando, como est? o PS. O PS assinou um memorando que traz para os A?ores as medidas da 'troika'. O PSD n?o est? vinculado a esse memorando", afirmou Berta Cabral, em declara?es aos jornalistas, durante uma a??o de campanha na vila da Povoa??o.
A l?der social-democrata salientou que, assim que forme governo, o memorando assinado entre o executivo regional socialista e a Rep?blica "? para renegociar", de modo a minimizar o impacto nas fam?lias e empresas a?orianas das medidas de austeridade da 'troika'.
"N?s vamos tomar medidas para apoiar a classe m?dia", garantiu.
Berta Cabral assegurou tamb?m que a diferencia??o fiscal de 30 por cento entre a Regi?o e o continente "? para manter", dado que "o PSD n?o est? vinculado a nenhum memorando".
"O PSD/A?ores n?o est? vinculado a nenhum memorando de entendimento. Quem assinou o memorando ? que n?o tem condi?es para garantir os 30 por cento de diferencial fiscal", disse.
A candidata do PSD/A?ores a presidente do governo referiu que est? "de m?os livres" para renegociar o memorando de entendimento assinado entre o governo regional do PS e a Rep?blica e para atenuar os efeitos das medidas negativas que possam afetar o rendimento das fam?lias no arquip?lago.
"O diferencial fiscal ? para manter nos A?ores", frisou, recordando que alertou em devida altura para o facto de estar em causa "uma machadada na autonomia" e que o governo regional socialista "n?o fez caso" disso.
"Eu bato o p? ao doutor Passos Coelho, mas nunca vi o governo regional do PS bater o p? ao engenheiro S?crates", afirmou.
Questionada pelos jornalistas sobre a divulga??o feita esta segunda-feira do relat?rio e contas do hospital de Ponta Delgada, que aponta para um passivo superior a 273 milh?es de euros, a l?der social-democrata salientou que um governo regional do PS n?o ? capaz de oferecer um bom sistema de sa?de aos utentes.
"O PS n?o est? em condi?es de continuar a oferecer uma sa?de de qualidade aos a?orianos. Est? ? vista a situa??o de rutura em que se encontra o setor da Sa?de nos A?ores. S? comigo ? frente do governo regional ? que haver? condi?es para promover uma altera??o nesta situa??o financeira ca?tica", disse.
Berta Cabral acrescentou que o problema financeiro do Servi?o Regional de Sa?de se resolve com uma renegocia??o do passivo em conjunto com o governo da Rep?blica, "alongando os prazos de pagamento", bem como atrav?s da aposta nos cuidados prim?rios de sa?de.
JOS? GARCIA |