Com o aproximar do horizonte das pr?ximas elei?es regionais ? conquanto estejamos mesmo ainda formalmente longe dos calend?rios oficiais para a respetiva pr?-campanha ?, ? cada vez mais not?rio o posicionamento estrat?gico dos partidos pol?ticos para esse embate que se afigura dif?cil e incerto para todos os principais intervenientes?
? E todavia, apesar de algumas sondagens ou ausculta?es (que est?o, umas, na reserva dos gabinetes e, outras, nas p?ginas eletr?nicas de muitos jornais e redes sociais) serem, como ? sabido e na maioria dos casos, de autenticidade, metodologia e rigor mais do que duvidosos, manipul?veis ou lacunares, a verdade ? que a elas ningu?m, no pleno e desej?vel uso das suas capacidades pol?ticas e no exig?vel desempenho das suas responsabilidades partid?rias, deveria continuar a permanecer t?o indiferente, ou desatento, como ?s vezes parece!
De resto e por isso mesmo, ? que todo e qualquer passo de dan?a em corda bamba (e sem rede, ainda por cima, ou por baixo!) de gestos e linguagens, no atropelo de regras ou em incauta displic?ncia, por muito que custe ouvir agora, ainda mais poder? vir a custar num futuro j? n?o muito distante?
? E isto, como ? evidente, aplica-se tanto ao ?nico partido que sustenta o Governo Regional quanto aos v?rios que n?o o suportam, e que, antes pelo contr?rio, o que espreitam e ao que almejam ? (re)assumir a governa??o do Arquip?lago, em exclusivo, se poss?vel, ou em coliga??o alternativa com quem mais lhes prometer ou estiver pronto a partilhar em pastas, carteiras e programas?
Ora ? neste contexto que n?o deixar? de ser ?til nem despiciendo o tempo que se deveria prestar ao marketing pol?tico que j? por a? corre, desde os pequenos mas bem conseguidos clips de v?deo musicado aos mais (des)mobilizadores, (des)motivadores ou (in)operantes outdoors, aonde tantas mensagens diversamente se afundam, ou elevam, na (des)qualifica??o dos meios humanos e iconogr?ficos representados, e aos quais nem por obra e gra?a do Esp?rito Santo qualquer tipo de coroa??o ir? redimir! |