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Governo falha compromisso de instalar contentores na Secundária da Ribeira Grande

Sexta, 15 de Dezembro de 2017 em Política 2446 visualizações Partilhar Governo falha compromisso de instalar contentores na Secundária da Ribeira Grande

O grupo parlamentar do PSD/Açores questionou o Governo regional sobre a instalação de contentores na Escola Secundária da Ribeira Grande, prometida para novembro, para fazer face à sobrelotação naquela unidade de ensino público onde existem ainda tetos de amianto nocivos para a saúde e infiltrações.

Num requerimento entregue no parlamento açoriano, os deputados do PSD/Açores Maria João Carreiro e Jaime Vieira exigem uma explicação do executivo sobre o "facto de estarmos em dezembro e os contentores prometidos para novembro ainda não terem sido instalados, não obstante as reclamações diárias da comunidade educativa daquela escola".

"A sobrelotação e as condições da infraestrutura da Escola Secundária da Ribeira Grande são algumas das preocupações transmitidas quase diariamente por parte dos pais, encarregados de educação e até mesmo dos professores", explica Maria João Carreiro.

A desadequação entre o número de turmas e o número de salas, o que se traduz num problema de sobrelotação, já obrigou o conselho executivo daquela escola a adaptar espaços comuns, como a cantina, salientam os deputados do PSD/Açores.

Face às queixas dos alunos, professores e encarregados de educação, inclusive com denúncias na comunicação social, a Direção Regional da Educação comprometeu-se, perante a escola, em disponibilizar duas salas – contentores – durante o mês de novembro.

Certo é que à data de hoje não foi instalado qualquer contentor para que os alunos possam ter em aulas em espaço minimamente preparados para o efeito e, além desta falha de compromisso, o Governo não apresenta qualquer solução definitiva para aquela escola.

"Quando serão instalados os dois contentores? Que solução preconiza o Governo Regional para fazer face ao problema da sobrelotação, dado que a disponibilização dos contentores em causa constitui uma solução meramente provisória?", questionam os deputados, frisando que "o Governo não se pode demarcar dos problemas" da escola.

"A estrutura física do espaço escolar deve ser atrativa para os alunos para que estes possam sentir-se motivados para desenvolverem as suas atividades socioeducativas e desenvolverem seu pensamento critico, influenciando positivamente a obtenção dos resultados escolares esperados", sublinha Maria João Carreiro.

 

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