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Vacas da Terceira, sem brucelose

Terça, 03 de Agosto de 2004 em Agricultura 379 visualizações Partilhar Vacas da Terceira, sem brucelose

Pela primeira vez na história do despiste da brucelose bovina na ilha Terceira, não foi detectado qualquer caso positivo de brucelose através do “Milk Ring Test” (Teste do Anel), no rastreio realizado em Julho. O “Milk Ring Test”, é uma prova de rastreio extremamente eficaz para a detecção da brucelose ao nível do rebanho e da exploração leiteira, funcionando como um indicador seguro sobre a existência ou não, na exploração, de bovinos infectados com brucelose. Relativamente a esta prova e ao procedimento de campo, os serviços da Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário iniciaram estas análises, de forma regular e sistemática na ilha Terceira, em 1994, passando a níveis mais elevados de regularidade mensal, a partir de 1997. Os resultados No mês de Julho do corrente ano, obteve-se pela primeira vez, desde que se combate a brucelose na ilha Terceira, um resultado de zero explorações bovinas positivas, no universo de todas as explorações leiteiras da ilha.Este resultado pode considerar-se um facto histórico, no combate sem tréguas à brucelose bovina que o Governo Regional vem desenvolvendo. Recorde-se que, o valor máximo de animais com casos positivos de brucelose registado na ilha Terceira ocorreu em 1990 com 919 resultados positivos, isto é, 6 por cento das 15 mil análises efectuadas. No que respeita a explorações infectadas com casos positivos, os valores mais elevados foram registados em 1994 com 26,5 por cento das explorações da ilha Terceira. A vacina utilizada desde 2001 para o combate à Brucelose nas ilhas Terceira e de São Miguel é designada tecnicamente como “RB51”. No entanto, desde 1998 que as autoridades sanitárias regionais vêm a acompanhar os estudos de segurança e eficácia desta vacina, estudos que resultaram na utilização oficial do imunogénio nos EUA e em outros países. Nova vacina "RB51" ajuda nos resultados Assim, em 1998, num trabalho do Governo Regional e com o reforço das interligações com técnicos americanos ao abrigo do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos da América, a Região manifestou interesse na utilização da vacina “RB51” estabelecendo-se mais tarde, em Agosto de 2001, os estudos de segurança/eficácia com a colaboração de técnicos daquele país. Em áreas com uma incidência relevante da doença, e no início do programa de vacinação, os animais adultos e gestantes podem ser vacinados com toda a segurança (existem vários estudos sobre o assunto), sem que se produza aborto ou placentite.

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